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sexta-feira, 5 de junho de 2026

A Grande Narrativa: OVNIs, Religião, Poder e o Controle da Verdade – Final

 

Quem controla a narrativa controla a realidade

Quem controla a narrativa controla a realidade

Ora, conhecendo a forma como a história costuma ser construída quase sempre pelos vencedores ou por aqueles que ocupam posições de poder não é difícil compreender por que tantas informações permanecem ocultas do grande público. Controlar a narrativa significa controlar a percepção da realidade, e controlar a percepção da realidade é uma das formas mais eficazes de preservar poder e influência.

Ao longo da vida, inúmeras pessoas silenciaram experiências que consideravam inexplicáveis, perturbadoras ou até traumáticas. Quando buscavam ajuda junto a líderes religiosos, frequentemente eram aconselhadas a não comentar o assunto, a intensificar suas orações e a temer a Deus, pois lhes era dito que estavam "abrindo portas para o mal", para demônios ou influências espirituais negativas. Independentemente da interpretação adotada, chama a atenção o fato de que, nos milhares de relatos registrados ao redor do mundo, muitas dessas experiências são descritas como invasivas, assustadoras e desprovidas de qualquer preocupação ética por parte das entidades envolvidas.

Tomando como referência inúmeros relatos da literatura ufológica e até experiências pessoais que abordarei em outra oportunidade, a impressão que fica é a de que parte dessas supostas inteligências não compartilha os mesmos valores morais que conhecemos. Em muitas narrativas, a Terra parece ser tratada como um grande laboratório biológico, onde material genético é coletado, manipulado e utilizado em experimentações. Em certa medida, seria uma relação semelhante à que a própria humanidade estabelece com diversas espécies animais em pesquisas científicas.

Dentro dessa perspectiva, os supostos acordos estabelecidos entre governos e inteligências não humanas teriam levado essas interações a um novo patamar, envolvendo programas de manipulação genética, hibridização e até conceitos relacionados à supremacia genética ou ao aperfeiçoamento biológico de determinadas linhagens. A ideia pode soar extrema, mas aparece repetidamente em relatos de diferentes origens e épocas.

Seja qual for a verdade, narrativas sobre seres vindos dos céus acompanham a humanidade desde os tempos mais remotos. Há quem veja referências a esses contatos em pinturas rupestres espalhadas por diversos continentes, em manuscritos antigos e nas tradições orais de inúmeros povos. O problema é que, durante muito tempo, qualquer tentativa de investigar esses temas era imediatamente rotulada como superstição, fantasia ou delírio.

Ao mesmo tempo, existem relatos persistentes de descobertas arqueológicas incomuns, artefatos fora de contexto histórico e achados que teriam sido recolhidos por autoridades militares ou mantidos longe do conhecimento público. Verdade ou não, essas histórias alimentam a percepção de que talvez nem tudo o que foi descoberto tenha sido efetivamente compartilhado com a sociedade.

Se realmente houve transferência de tecnologia por parte dessas inteligências, a pergunta inevitável é: a quem ela serviu? Afinal, apesar do extraordinário avanço tecnológico dos últimos cem anos, a humanidade continua convivendo com fome, guerras, desigualdades extremas e doenças consideradas incuráveis. Tecnologias revolucionárias existem, mas seus benefícios parecem alcançar poucos, enquanto a maioria permanece submetida às mesmas estruturas de poder de sempre.

Talvez por isso seja tão importante observar o que está acontecendo atualmente. Os relatos de avistamentos, interações e experiências relacionadas a inteligências não humanas aumentam a cada ano. Também cresce o número de pessoas que afirmam receber inspirações, mensagens, canalizações ou contatos atribuídos a diferentes tipos de seres. Durante décadas, essas experiências foram interpretadas como fenômenos extraterrestres; agora, em determinados círculos religiosos, começam a ser reinterpretadas como manifestações demoníacas, intraterrestres ou interdimensionais.

Mas será que a mudança está nos fatos ou apenas na forma como eles estão sendo apresentados?

Essa questão se torna ainda mais interessante quando observamos que praticamente todas as civilizações antigas possuíam tradições envolvendo seres vindos das estrelas. Na Índia, os antigos textos védicos descrevem os Vimanas, veículos celestes utilizados pelos deuses. No Tibete, antigas lendas falam sobre mestres vindos das estrelas e reinos ocultos associados a Shambhala. Na China antiga, registros mencionam seres celestiais que transmitiam conhecimento aos imperadores. Entre diversos povos indígenas das Américas, como os Hopi, existem narrativas sobre ancestrais estelares que participaram da formação da humanidade. Em várias culturas africanas, especialmente entre os Dogons, do Mali, encontramos tradições ligadas a visitantes associados ao sistema estelar de Sírius.

Independentemente de como esses relatos sejam interpretados, eles revelam um padrão intrigante: a ideia de inteligências não humanas interagindo com a humanidade não surgiu na era moderna. Ela atravessa milênios, continentes e culturas completamente diferentes entre si.

Há também quem associe uma intensificação dessas manifestações aos grandes avanços tecnológicos do século XX. Segundo algumas hipóteses, os testes nucleares realizados após a Segunda Guerra Mundial teriam provocado impactos que ultrapassam o plano físico. Mais recentemente, experimentos conduzidos por instalações científicas de alta energia, como o CERN, são apontados por determinados grupos como possíveis catalisadores de fenômenos ainda não compreendidos. Para esses pesquisadores independentes, tais eventos teriam alterado de alguma forma a interação entre a Terra e outras dimensões da realidade.

Se essas teorias possuem fundamento ou não, permanece uma questão em aberto. O que parece evidente é que, quando determinados fenômenos estão sob controle, recebem uma explicação; quando deixam de estar, uma nova narrativa surge para substituí-la.

Pessoalmente, considero difícil acreditar que um universo com bilhões de galáxias abrigue apenas a humanidade como forma de vida inteligente. A possibilidade de múltiplas civilizações coexistindo em diferentes níveis de desenvolvimento parece mais compatível com a imensidão do cosmos. Também considero plausível a hipótese de que a espécie humana tenha passado por inúmeros processos de adaptação, miscigenação e transformações ao longo de sua história remota.

O que me chama a atenção é que, se durante décadas qualquer discussão sobre extraterrestres foi ridicularizada, censurada ou combatida, hoje os mesmos setores que negavam o tema passaram a debatê-lo abertamente. A diferença é que a narrativa mudou. Já não se fala necessariamente em extraterrestres. Agora surgem conceitos como intraterrestres, seres interdimensionais, anjos caídos, nefilins ou entidades espirituais atuando nos bastidores da realidade.

Talvez estejamos diante de uma simples mudança de nomenclatura. Talvez estejamos observando a reformulação de uma narrativa antiga para uma nova geração. Ou talvez exista algo ainda mais profundo acontecendo.

A pergunta que permanece é: se o tema sempre foi tratado como fantasia, por que agora está sendo discutido nos meios militares, acadêmicos, governamentais e religiosos ao mesmo tempo? E, mais importante ainda, quem define a versão da história que será aceita pelas próximas gerações?

Porque uma coisa a própria história já demonstrou inúmeras vezes: o conhecimento amplia horizontes, desperta questionamentos e enfraquece estruturas baseadas apenas na autoridade. E quem detém o poder raramente abre mão do controle da narrativa sem um motivo muito bem calculado.

Então, quando a humanidade começa a voltar seus olhos para além das fronteiras da Terra e a considerar a possibilidade de que existam outras inteligências interagindo conosco, surge uma questão inquietante: quem controla a narrativa sobre esses contatos?

Dentro de algumas correntes de pesquisa e interpretação, acredita-se que determinados grupos de seres frequentemente associados às figuras dos Dragonians e Reptilianos, sempre estiveram presentes nos bastidores da história humana, influenciando estruturas de poder, governos, instituições e sistemas de crenças. Nessa visão, tais grupos não desejariam apenas exercer influência, mas monopolizar o acesso ao conhecimento e à comunicação com outras inteligências.

Por essa perspectiva, cientistas, militares, líderes políticos e até pessoas comuns poderiam receber inspirações, intuições, ideias inovadoras ou informações por meios ainda desconhecidos da ciência convencional, muitas vezes sem sequer perceber a origem dessas influências. Algumas dessas inspirações poderiam resultar em avanços benéficos para a humanidade; outras, porém, poderiam ser utilizadas para ampliar mecanismos de controle e dominação.

O ponto central dessa hipótese é que, quando outras inteligências começam a se manifestar ou a se comunicar com a humanidade por diferentes caminhos, algo ameaça o monopólio da informação. E quando esse monopólio é ameaçado, a narrativa muda. Aqueles que antes eram apresentados como visitantes de outros mundos passam a ser classificados como demônios, enganadores ou forças malignas. Enquanto isso, os verdadeiros agentes de influência permaneceriam ocultos, fora do alcance do escrutínio público.

Se essa interpretação está correta ou não, cada leitor deve decidir por si mesmo. Mas uma pergunta permanece: por que determinadas informações são incentivadas, enquanto outras são sistematicamente ridicularizadas, censuradas ou descartadas?

Os mecanismos de controle social sempre estiveram presentes ao longo da história. O medo da guerra. O medo das pandemias. O medo da escassez econômica. O medo da violência. O medo do terrorismo. O medo do colapso climático. O medo da instabilidade política. O medo da exclusão social. O medo de perder direitos, patrimônio, emprego ou status. Soma-se a isso a crescente dependência tecnológica, a vigilância digital cada vez mais sofisticada, a coleta massiva de dados, os algoritmos que moldam opiniões e os sistemas que prometem segurança enquanto ampliam a capacidade de monitoramento.

Ao mesmo tempo, a sociedade recebe doses constantes de entretenimento, distração e estímulos instantâneos. Uma sucessão interminável de conteúdos, polêmicas, tendências e recompensas rápidas que mantêm a atenção ocupada e reduzem o espaço para questionamentos mais profundos. O resultado é uma humanidade permanentemente conectada, mas muitas vezes desconectada de si mesma.

Talvez a maior questão não seja se existem extraterrestres, seres interdimensionais, entidades espirituais ou civilizações ocultas. Talvez a verdadeira questão seja: quem define aquilo que temos permissão para acreditar?

Porque, ao longo dos séculos, as narrativas mudaram inúmeras vezes. Mudaram os impérios, mudaram as religiões dominantes, mudaram os sistemas políticos, mudaram as explicações oficiais. Mas o poder de determinar o que é verdade e o que deve ser ignorado, continuou concentrado nas mãos de poucos.

E talvez seja justamente aí que esteja o ponto mais importante de toda essa discussão. O maior poder nunca foi o controle dos recursos naturais, dos exércitos, da tecnologia ou das riquezas. O maior poder sempre foi controlar a percepção das pessoas. Quem controla a forma como uma sociedade interpreta a realidade controla suas escolhas, seus medos, suas esperanças e seu futuro.

Mas existe algo ainda mais valioso do que qualquer território, ouro, tecnologia ou império: a própria consciência humana. Em praticamente todas as tradições espirituais, filosóficas e religiosas, a grande disputa não ocorre apenas no mundo material, mas no interior de cada indivíduo. O verdadeiro tesouro sempre foram as pessoas. Suas mentes, suas crenças, sua liberdade de pensar e, para aqueles que possuem uma visão espiritual da existência, suas próprias almas.

Talvez seja por isso que tantas forças, visíveis e invisíveis, políticas, religiosas, econômicas ou ideológicas disputem incessantemente a atenção da humanidade. Porque quem conquista a mente de uma pessoa influencia suas decisões. Quem conquista suas crenças influencia sua realidade. E quem conquista sua alma conquista muito mais do que um simples seguidor: conquista a sua lealdade, sua energia, seu propósito e sua visão de mundo.

Por isso, talvez a pergunta mais importante não seja quem são eles.

Talvez a pergunta seja: quem está moldando aquilo que você acredita ser verdade?

E mais importante ainda: as ideias que habitam sua mente foram escolhidas por você ou foram cuidadosamente plantadas por narrativas que você jamais questionou?

Se um dia toda a verdade vier à tona, talvez a maior revelação não seja a existência de outras inteligências. Talvez seja descobrir que a batalha mais antiga da humanidade nunca aconteceu nos céus, nos governos ou nos campos de guerra.

Ela sempre aconteceu dentro da consciência humana, consciência expandida significa liberdade.

E quem compreender isso poderá começar a enxergar que a verdadeira liberdade não está apenas em conhecer a verdade, mas em desenvolver a capacidade de discernir entre aquilo que lhe foi ensinado e aquilo que realmente faz sentido para sua própria consciência.

E se a maior revelação do nosso tempo não for a existência de outras inteligências, mas a descoberta de que, durante séculos, alguém esteve decidindo o que a humanidade poderia ou não saber sobre si mesma?

A Grande Narrativa: OVNIs, Religião, Poder e o Controle da Verdade – Parte I

A Grande Narrativa: OVNIs, Religião, Poder e o Controle da Verdade – Parte II


domingo, 5 de março de 2023

Sonho lúcido ou visita em dormitório?


Sonho ou visita em dormitório?

Olá pessoal, ando sumida por aqui. A vida cotidiana roubando de nós muitos momentos de criatividade e conexão com dimensões mais elevadas, sei disso e nada de fazer algo para mudar, o sistema controlado pelos reptilianos domina os terráqueos direitinho.

Recentemente tive uma experiência de visita em dormitório ou sonho, mas dessa vez não foi nada assustador (sempre assusta) pelo menos o visitante não tinha essa intenção, foi isso que apreendi da situação.

Tenho no meu quarto uma vasilha de vidro onde deixo pedras e cristais que uso para aplicação de Reiki ou mesmo as programo para alguma finalidade específica, e numa noite recente ou melhor numa manhã recente, pois o dia já estava clareando, eu desperto com tilintar das pedras, ao abrir os olhos vejo um ser que parecia sentando no ar, levitando na posição de lótus e as pedras flutuando em volta desse ser.

O ser em questão tinha uma aparecia dos greys, mas sua pele tinha uma tonalidade branca quase translucida e ao contrário dos greys conhecido de pele marrom, percebia mesmo “sentado no ar” que a sua estatura era alta. Esse ser parecia sereno, de olhos fechados e envolto dessas pedras que emitiam luzes de acordo com a cor de cada uma, e iluminava esse ser,  parecia que havia uma energia em sua volta.  Bem, foi uma visão bonita e impactante.

Quem será esse ser, e o que ele faz no meu quarto e com as minhas pedras?  Na altura no campeonato eu estava extasiada com aquela visão e nem me mexia. Me ocorreu uma ideia de tentar contato telepaticamente, pois as palavras não iam sair mesmo.

Comecei, um contato meio que infantil (já aconteceu em outras situações e pareço infantil mesmo diante deles, ou por medo, respeito e outra vez eram seres tão iluminados que me senti uma criança mesmo, mas é assunto para outro post). Então comecei assim, tudo mentalmente:

_ Psiu!  Esperei como se fosse uma eternidade, puro silêncio.

Continuei eu na minha tentativa de um contato telepático:

Ei, você, o que faz aqui? E com as minhas pedras? Silêncio.

Eu já estava impaciente com esse silêncio (sabe como é humano) e continuei assim:

_ Você não pediu permissão para pegar as minhas pedras (viram a posse “minhas pedras”), pode me explicar porque você está usando?

Enfim, o ser abriu os olhos que eram verdes (agateados) no formato usual dos greys, mas não eram olhos escuros como os dos greys, me chamou atenção esse detalhe. Quero frisar que não senti medo.

O ser ficou me olhando com aqueles olhos enormes, não me respondeu nada. E eu continuei:

_ Desculpe ter lhe tirando da sua meditação, mas esse é meu quarto e não se invade a casa dos outros sem permissão, e o ser continuou em silêncio me observando.

De repente eu ouço a sua voz na minha mente: _ “a atmosfera dessa dimensão é muito densa, o transporte ficou muito distante dessa dimensão e preciso me energizar, então preciso das pedras que são fontes de energia”.

Enquanto ele se comunicava mentalmente, tudo que ele dizia iam aparecendo em imagens, ao se referir ao transporte, eu vi uma nave enorme, não sei dimensionar seu tamanho, eu via o seu interior que era de uma modernidade em comparação o que conhecemos aqui (ou o que eu conheço) e tocava música que me parecia clássica, mas não as que conhecemos aqui na terra, esses sons transmitiam uma paz e elevação interior indescritível. A nave estava repleta desses seres que observavam vários mundos nos diversos painéis e hologramas.

Senti que eles perceberam a minha presença na nave (não sei como se eu tinha consciência que estava deitada na minha cama), mas eles me ignoraram e continuavam fazendo o trabalho deles. 

Me percebi como antes, deitada no quarto e esse ser sentado flutuando na minha frente, novamente de olhos fechados com pedras girando em sua volta (aquela visão da nave foi uma distração para ele continuar se energizando com as pedras, pensei eu). Eu tentei recomeçar o diálogo mental.

A minha parte humana não deixa negar a minha natureza terrena, e começo o diálogo:

_ Na vida tudo tem um preço, aqui na terra diz que não tem almoço grátis, não sei se você me entende? Ele continua de olhos fechados.

Eu continuei: _ você entra aqui e usa as minhas pedras sem minha permissão, então eu quero um favor em troca, tenho algumas questões de saúde para resolver, você poderia me ajudar a equilibrar a minha saúde, me curando de tais desarmonias.

Ele abriu os olhos e respondeu telepaticamente: _você deu permissão para nós usarmos as pedras, você trabalha conosco há muitos anos e recebe em troca conhecimento (não sei quais, não lembro de nenhum, pensei comigo). _ Você não tem essas pedras atoa na sua casa, você nem as usa com tanta frequência, deve usar mais junto as músicas, pedras e músicas elevam as frequências de cura. _Você e já tem esse conhecimento, mas vive adormecida como tantos outros, indiferentes aos ensinamentos que recebe, você pode se curar, só depende de você.

_Não interferimos na programação que você fez para si mesma, mas damos as ferramentas para você mudar e se libertar das suas fraquezas, vícios e viver uma vida plena, mas as escolhas são suas, sempre suas.

_As ondas emitidas pelo sinal dos répteis não lhe atingem se você usar o que já aprendeu, mas você continua adormecida como a maioria, esperando um salvador. Apelam para extraterrestres, sem saberem a moral das raças, o seu planeta está cheio deles. Ainda esperam que Jesus volte num cavalo branco para vos salvar, se vocês nem entenderam a mensagem Dele (Jesus) que na verdade, foi deturpada e perdida há muito tempo, mas a frequência energética Dele ainda existe na terra, basta se conectar na sua essência e de coração.

E ele continuou: _ Enquanto não elevarem a consciência, entenderem que são filhos estelares e que estão presos nesses corpos, escravizados por seres egoístas que alimentam-se no medo, da degradação humana, vão reviver muitas vezes, repetirem as mesmas experiências terrenas, quando a humanidade está próxima de dar um salto quântico, eles resetam a programação do planeta e começam tudo de novo, nas mesmas condições.

Perguntei, chorando, porque a cada palavra dele, a imagem da dor humana ia aparecendo numa tela mental, drogas, violências, miséria, fome, doenças, terremotos, erupções de vulcões, uma desolação que a humanidade vive e se repete.

Perguntei: _ Como nos libertamos? Estamos adormecidos como você diz, não temos consciências de quem são eles? O que podemos fazer para nos libertar? Como ajudar a despertar quem não quer ser desperto? Naquele momento me deu um desespero, como se tudo estivesse perdido.

Ele estendeu a sua mão direita (com três dedos) na minha direção, me acalmei, senti uma paz; Ele disse que já tem muitas pessoas trabalhando em prol da elevação da consciência da  humanidade  junto com seres elevados (pois não são todos os seres dimensionais que não são moralmente elevados) muitos tem nobreza de caráter porque já viveram prisioneiros na terra e conseguiram se elevar e ajudam a humanidade a subir um degrau na evolução da alma. Existe um sistema que quer a evolução e elevação de todos, a cada degrau que os seres de cada dimensão sobe a próxima dimensão também se eleva, uma ajudando a outra. Mesmo os seres considerados inferiores também começam a despertar e perceberem onde estão e almejam a liberdade.

Ele disse que a oração para o despertar da consciência de todos também ajuda, tanto individualmente quanto coletivamente. Aqui eu vi a imagem dos mantras indianos, tibetanos que tem a finalidade de elevação espiritual individual e coletiva, proteção, expansão da consciência. Algumas orações hebraicas, católicas também, mas tem algumas partes das orações católicas que repetimos há muitos anos perpetuando o pecado e a morte (não entendi essa parte, preciso pensar mais sobre isso). Tudo isso se passava na tela mental vendo pessoas orando no mundo todo com tantas finalidades, muitas imbuídas de amor, orando pela paz, pela humanidade e muitas orações cheiras de egoísmo, pessoas orando com medo do inferno, do pecado e da morte.

Entendi que a oração que ele quis me mostrar não são as lamentações ou pedidos egoístas, mas tudo aquilo que nos ajude a melhorar a nós mesmos e todos em nossa volta. Por exemplo, quando oramos pela paz da humanidade, mandamos energia e orações para uma parte que está em conflito ou passa por desastres. Ou orar pela libertação da humanidade e expansão da consciência de todos seres vivos que aqui habitam. Ele não disse que as orações das religiões estão erradas porque a oração desperta e eleva os seres que as praticam, algumas pessoas precisam das orações prontas para começarem a conexão com o divino e expandirem para entender, posteriormente, que não precisam de religião para serem melhores. Quando entendemos que o orar é maior do que a religião, termina a separação e começa o amor incondicional.

Este sim, o Amor incondicional é que eleva a si e todos os seres em todas as esferas e dimensões, então quando atingimos esse degrau, tudo o que é de bom que deriva do amor que carregamos dentro de nós se expande e estamos prontos para nos libertar das prisões que os seres egoístas nos aprisionam aqui no planeta por reiteradas existências de dor. Quando nos elevamos no amor incondicional eles não tem mais poder sobre nós, daí vamos para dimensões elevadas para aprender mais e ajudar os outros que precisam.

Na tela, apareciam as pessoas presas nas suas mentes, assistindo programas degradantes, falando de assuntos vãos, pessoas drogadas de todas formas, presas ao medo que os meios de comunicações impõem, religiões que não praticam o amor, apenas separam os seus seguidores com vaidades e mentiras, pessoas brigando por viés políticos e ideias para benefícios próprios.  Vi pessoas robotizadas, sofridas, vazias, sem propósitos de vida, trabalhando sem prazer, apenas pelo dinheiro e comprando, comprando, sem brilho, sem luz, sem ânimo (animus = alma).

Vi cientistas em laboratórios criando drogas que chamam de remédios para “ aprisionar” as pessoas nos corpos doentes.

Vi também muita coisa bonita sendo “transmitidas para os humanos para que eles possam se  elevar, boas músicas, orações cheias de luz, minerais que podem curar, vi seres trabalhando muito para manter os afluentes dos rios e fontes cheias de energias para manter a água saudável ( vi pessoas se banhando nas aguas e bebendo muito água limpa para cura). Vi tantos  elementais trabalhando incansavelmente para manter as poucas matas e florestas que ainda restam, vi o trabalho herculano de cada animal que temos no planeta para a sobrevivência da espécie e para manter o equilíbrio energético que cada um emite para o planeta  terra (gente cada ser é importante, mas pequeno e insignificante que possamos na nossa mente limitada achar, mas cada um é imensuravelmente importante para este planeta) e todos os dias os seres elevados tentam colocar mais desses pequenos seres aqui ajudando no equilíbrio do planeta, até espécies quase extintas voltam a se reproduzir com a ajuda deles (seres dimensionais elevados).

O trabalho nas diversas dimensões é assíduo e tudo é interligado, a começar pelos pequenos ecossistemas que temos na terra, todos os seres humanos são interligados, somos um único organismo e não entendemos porque a tristeza de um atinge aos outros, os suicídios aumentam porque não enxergamos a dor dos outros, vivemos no mundo individual existencial, vazio de propósito que não enxergamos a dor do outro que é a nossa própria dor. Estamos tão egoisticamente em atender as nossas próprias necessidades que não nos importamos com que nossos irmãos africanos, ou em qualquer parte do mundo passam, ou melhor não enxergamos os nossos vizinhos, pois passamos não friamente por eles que são invisíveis aos nossos olhos, quanto mais percebermos a sua dor.

Ficamos alheados ao o que ocorrem a nossa volta e ficamos perguntando e nos vitimando: Por que isso aconteceu comigo? Ou só por que isso acontece comigo, ah eu mereço viu. Ah sim, merece mesmo. Não entendemos que a dor do outro é a nossa dor? O sofrimento do outro é o nosso próprio sofrimento, não entendemos que tudo o que acontece com o outro é também responsabilidade nossa. Somos todos UM. E isso os seres que escravizam a humanidade nos distraem de tal forma que pensamos que cada um de nós é um mundo individual e que não precisamos de ninguém, apenas que devemos nos preencher do que há de melhor para nossas vidas, de bens matérias, de boas comidas e bebidas, de experiências vazias e estando com  ego satisfeito  e que isso é felicidade (viver uma vida plena é diferente de acumulo de bens materiais e só prazeres). E no outro dia, se não imediatamente após comprar aquele tão sonhado carro, o vazio existencial bate novamente no peito, daí precisam de mais bens para mostrar aos outros o quanto são ou estão bem-sucedidos na vida. Já vimos exemplos de pessoas “muito bem-sucedidas” que tiraram a própria vida.

Precisamos aprender a servir, diz um adágio do sábio:  “quem não serve para servir, não serve para viver”, então se só acumulamos bens matérias, sem um propósito de vida, de ajudar aos semelhantes, entendam que a ajuda não é só material não, esse tipo ajuda salva muitas vidas sim, remédios, roupas, comidas, estudos, livros etc. Sim salvam e modificam muitas vidas.

Usar os seus talentos para ajudar alguém, ensinando algo que sabe ou recebeu das esferas superiores com mensagens, escrever algo que ajude, criar músicas que elevam, ensinar alguém a apender a uma nova habilidade, uma palavra amiga no momento de dor e solidão para outra pessoa. Ou apenas estar junto. Ah, como salva vidas.!

Tudo isso foi passando numa tela mental, e telepaticamente o Ser falou que essa a mensagem pode ser desdobrada em vários tópicos e ensinamentos no momento próximo.

Sonho ou visita em dormitório?  Essa experiência aconteceu no meu Mundo Bem Real, tirem as suas próprias conclusões.

Comente, conte a sua experiência!

Obrigada pela troca energética.

Amor e Luz.

Simone Anjos

 

 

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